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terça-feira, 30 de julho de 2013

Homem morre em acidente na BR 232 em Vitória de Santo Antão


Um veículo de modelo Parati caiu em uma ribanceira na madrugada desta terça-feira (30), deixando o saldo de uma pessoa morta no Km 41, da rodovia Luiz Gonzaga, BR 232, próximo ao antigo posto fiscal, em Vitória de Santo Antão, Zona da Mata do Estado.
O motorista, José Miguel Germano Filho, tinha 55 anos, e segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), pode ter sido vítima de um mal súbito, vindo a perder o controle do automóvel. Após o levantamento cadavérico, o corpo de José Miguel, foi encaminhado ao Instituto de Medicina Legal (IML), no Bairro de Santo Amaro, em Recife.
Fonte: a voz da vitória

Operação fiscaliza farmácias suspeitas de revender leites pediátricos adulterados

Diário de Pernambuco
Polícia já flagrou dois pontos revendendo os produtos impróprios para o consumo e prendeu os responsáveis pelas farmácias 
Uma operação da Delegacia do Consumidor está fiscalizando nove farmácias na Região Metropolitana e na cidade deLimoeiro, no Agreste de Pernambuco, suspeitas de revender leites pediátricos com adulteração nos lotes e validades. De acordo com a polícia civil, a denúncia do comércio ilegal partiu da própria empresa produtora da marca.
Investigações confirmaram a prática, dando prosseguimento à Operação Leite Seguro, que até o momento, já flagrou dois pontos revendendo os produtos impróprios para o consumo. Os responsáveis pelas farmácias foram detidos e estão sendo autuados em flagrante na Delegacia do Consumidor.
O crime contra a saúde pública prevê pena de até cinco anos de reclusão. Os detidos serão encaminhados até o final do dia para o Centro de Triagem Professor Everardo Luna (Cotel), em Abreu e Lima.

segunda-feira, 29 de julho de 2013

ONU divulgou Índice de Desenvolvimento Humano Municipal no Brasil.



Veja o IDHM de Gravatá:


IDHM: 0,634
Longevidade: 0,794
Renda: 0,630
Educação: 0,510
Posição no Brasil: 3407


Gráfico do IDHM no Brasil, na comparação entre 1991 e 2010 (Foto: G1)

Fonte: G1

segunda-feira, 22 de julho de 2013

O GIGANTE ACORDOU…

Dinheiro público e o Gigante que acordou

Sintepe – BDE e municipalização


Os dois principais assuntos da semana para os trabalhadores em educação da rede estadual de ensino foram: o Bônus de Desempenho Educacional (BDE) e a municipalização do ensino. No caso do BDE, foram 519 escolas “contempladas”, o que representa 56% do total de instituições de ensino da rede estadual. O Governo de Pernambuco vai repassar R$ 60,1 milhões para 23 mil trabalhadores em educação que receberão, cada um, valores que vão variar de R$ 726,00 a R$ 3.873,00. Segundo o Governo, as escolas premiadas atingiram metas que foram pactuadas previamente.
O SINTEPE se posiciona contrário ao Bônus, defendendo que os recursos financeiros sejam utilizados para a melhoria do salário do professor, que é o pior do Brasil. Defendemos a utilização do dinheiro do Bônus, por dentro do Plano de Cargos e Carreira e na forma de salário, repercutindo também na aposentadoria e não apenas uma gratificação paga anualmente e com critérios nunca esclarecidos.
O SINTEPE discute também a eficácia do Bônus de Desempenho quando observa que não há crescimento no percentual de escolas que atingem, segundo o Governo, as “metas educacionais”, quando comparamos 2011 e 2012 (divulgado em 2013). Outro dado preocupante é a média do IDEPE, muito baixa, 3.4.
O nosso Sindicato propõe um amplo debate, envolvendo o Governo do Estado e a Sociedade, para discutirmos a educação em Pernambuco. Consideramos ser relevante o confronto sadio de ideias na perspectiva de encontrarmos saídas e tentarmos evitar que o Governo permaneça adotando medidas que não apontam para soluções concretas dos problemas educacionais.
A municipalização do ensino, outro assunto que dominou a nossa semana, tem se tornado um verdadeiro caso de violência contra as comunidades escolares entregues pelo Estado aos Municípios. Os professores, os técnicos, os funcionários e os estudantes, estão sendo tratados com total falta de respeito pelo Governo do Estado. A postura, em alguns casos, arrogante dos representantes do Governo chega a impressionar. Vamos colocar o assunto como um dos destaques da pauta da reunião com o Secretário de Educação, marcada para o próximo dia 24 de julho. Qualquer informação sobre o assunto entre em contato com o SINTEPE.
REPÚDIO
O SINTEPE repudia a atitude da GRE Metro Sul, que impediu a participação de dirigentes sindicais, na reunião que tratou sobre a municipalização das escolas, realizada no último dia 17.
Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Pernambuco – SINTEPE

sábado, 20 de julho de 2013

Brasil é o maior consumidor de crack do mundo, revela estudo da Unifesp

Um estudo da Universidade Federal de São Paulo revelou que o Brasil é o maior consumidor de crack do mundo. Nesta última reportagem da série sobre o avanço da droga pelo país, você vai ver o que pensam os especialistas e as medidas adotadas pelo Governo Federal.
O homem vê o enteado sendo algemado, em surto, sob o efeito de drogas. Ele mesmo levou o rapaz à delegacia.
“É ver o que a autoridade pode colaborar, o que tem que fazer com ele”, diz o padrasto Reineu Unhaeri, técnico eletricista.
Depois de responder a meia dúzia de perguntas, o jovem foi liberado.
“Eu não posso mais lidar com o usuário como se ele tivesse opção do uso. Uma vez que ele, após o consumo, ele alimenta toda uma cadeia de criminalidade e aumenta cada vez mais a proliferação do consumo. Então, o consumo de drogas no Brasilnão pode ser uma opção. O usuário, ele precisa ser levado à abstinência, queira ou não”, afirma Sérgio Harfouche, promotor e presidente do Conselho Estadual Anti-Drogas - MS.
“A política de encarceramento  dos usuários não deu certo. Nós deixamos de entender que isso é um problema só de Segurança Pública e passamos a entender que é um problema de Saúde Pública e que afeta a Segurança Pública. É um programa que tem muita capacitação a ser feita porque nós temos que ter os agentes de saúde, os agentes de assistência, os agentes de segurança trabalhando em conjunto  no mesmo local”, aponta Regina Miki, da Secretaria Nacional de Segurança Pública.
Um rapaz, dependente de crack, foi abandonado pela mãe. Mas a avó não desistiu do neto. “Ele falou para mim: ‘vó, me ajuda. Eu quero ajuda. Se ninguém não me ajudar eu vou até morrer deste jeito”, conta.
“Como é que se para uma dependência? Se não tiver um mínimo de adesão da pessoa, um mínimo de desejo? Se a questão está crescendo no país, é necessário que se constitua uma política regular de estado permanente aonde este serviço seja constituído com um certo planejamento, com consistência, com recursos”, comenta Paulo Amarante, pesquisador da Fiocruz.
É difícil dizer ao certo quantas pessoas usam crack no Brasil. Mas um estudo feito pelo Inpad - ligado à Universidade Federal de São Paulo, estima que um milhão de usuários morem com as famílias.
Segundo os pesquisadores, este número pode dobrar, se forem considerados os dependentes que vivem nas ruas. Esta possibilidade revela um cálculo assustador: 1 em cada 95 brasileiros já teria caído na armadilha do crack.
Como aconteceu com a filha da moradora de uma casa visitada pelo Jornal Nacional. A mãe chega a ficar meses sem notícias da jovem, que troca o lar pelas cracolândias.
A mãe conta que tentou internar a filha várias vezes. Chegou a algemá-la em casa, mas foi ameaçada de prisão.
“A delegada falou para mim que a minha filha era maior de idade e que eu não tinha o direito de prender ela em casa. Ou soltava ela ou então eu ia responder a um processo”, conta.
Para estar perto da filha, ela se aproxima dos dependentes. Distribui comida, carinho e faz planos: quer se formar em direito. “Se um dia ela, se um dia ela não estiver mais aqui, se acontecer alguma coisa com ela, eu vou querer ajudar. Eu não vou parar, eu vou ajudar outras mães”, afirma.
“Este é o maior mercado consumidor de crack do mundo. Acho que não tem local, região ou mesmo cidade que esteja imune do acesso do mercado do crack no Brasil. Nós temos aí um amadorismo das políticas federais que é incompatível com a dimensão do problema. A sociedade precisa saber se nós continuarmos nesse amadorismo que nós vamos continuar pagando um preço alto com as grávidas usando o crack, com os adolescentes usando o crack e com um custo para as famílias muito grande”, avalia Ronaldo Laranjeira, diretor do Inpad.
Em dezembro de 2011, o Governo Federal lançou um programa de combate ao crack e anunciou a abertura de mais de 13 mil leitos para usuários de álcool e drogas, em todo o país. A previsão é investir R$ 4 bilhões até 2014. Segundo a Casa Civil da Presidência da República, até agora já foram gastos R$ 1,2 bilhão, 30% do total.
“Nós estamos agindo e usando os dados que estão disponíveis. Nós temos a segurança que existem os dependentes, estamos preocupados com eles e aí estamos montado a rede. À medida que a rede é montada, você detecta a necessidade de ampliação e por aí vai. Ou seja, é um planejamento e uma ação em tempo real, melhorando a assistência”, diz Helvécio Magalhães, secretário de Atenção à Saúde, do Ministério da Saúde.
“Roubei o cofrinho de moedas da minha filha para comprar crack", conta um usuário.
"É só uma alucinação que dá apenas de dez segundos", diz outro.
"Não quero isso para mim mais não”, afirma um terceiro usuário.
“Não é um problema da mãe do drogado, é um problema de todos. Tem que haver, sim, um trabalho de conscientização, de embate e de extermínio do crack”, aponta Lidiângela Maia, conselheira tutelar de Gravataí.
Do G1

O GIGANTE READORMECIDO

O Gigante Brasil volta a dormir
Gigante dormindo à força