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quinta-feira, 14 de abril de 2011

Nossa linda Gravatá.


Localizada no Agreste, a cerca de 80 Km do Recife e com um clima conhecido no mundo inteiro, encontra-se nossa Gravatá. Terra que acolheu grandes personalidades como Joaquim de Didier, Padre Cremildo, Chucre Mussa Zazar, entre outros.
Como todos nós sabemos, existem duas Gravatás: uma, linda de ruas projetadas, com moradores de alto padrão de vida; e uma outra com favelas, pessoas sofridas morando em barracos e convivendo com o esgoto a céu aberto, ratos, baratas, etc.

O mais curioso é que essas pessoas são a maioria da população gravataense, as quais se sentem muito tristes, quando ouvem os políticos falando das potencialidades do município, tais como: hotéis, passeios a cavalo, bons restaurantes com deliciosos pratos com fondue de queijo, frutos do mar, bacalhau à portuguesa, vinhos importados, enquanto elas, esta imensa população, lutam com grandes dificuldades para sustentar suas famílias comendo cuscuz, feijão, batata, farinha, charque... tudo isso com muito sacrifício, sem ainda falar da falta d’ água saúde precária, educação também não atendendo as necessidades básicas, e assim por diante.

Mas, nem tudo são espinhos, temos recursos hídricos, boa localização geográfica e, acima de tudo, temos uma gente boa gente que basta acreditar em si próprio para transformar esta Gravatá de contrastes em um só Gravatá, feita para todos nós, sem qualquer distinção racial, social ou partidária.

Colaborador: Aloísio Lima

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